A Massagem Terapêutica utiliza técnicas manuais de manipulação de tecidos moles na obtenção de fins terapêuticos, sendo por vezes complementada com metodologias de Termoterapia e Electroterapia. Os resultados obtidos na recuperação de patologias como Entorses, Contracturas, Tendinites e Rupturas, são substancialmente acelerados, e as suas consequências minimizadas.
Além da sua vertente de cuidado pós-traumático, os seus benefícios do ponto de vista preventivo não devem ser ignorados, bem como a sua aplicação na manutenção e melhoria da qualidade de vida - física, mental e emocional.
Nota Curricular
Ana Vanessa Teles Loureiro, Natural do Porto, nascida a 22/05/1978, licenciada em Terapêutica Ocupacional pela Escola Superior de Tecnologia de Saúde do Porto mas também com formação e experiência em Massagem de Recuperação (pelo SIMAC - Sindicato Nacional de Massagistas de Recuperação) e em Osteopatia Estrutural (pelo Instituto Médico Hygea). Exerce funções como Terapeuta ocupacional, desde Janeiro de 2002 na área de Reabilitação Física e de Tecnologias de Apoio e acessibilidades, tendo alargado, nos últimos anos, o seu percurso profissional para a área de saúde mental, onde também orienta equipas de Boccia Sénior. Foi formadora em Massagem de Recuperação entre 2001 e 2003 e exerce funções num gabinete privado de Massagem e Osteopatia no Porto.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Osteopatia ao Domicílio
A osteopatia é uma ciência terapêutica, não convencional, que visa repor o normal funcionamento da arquitectura osteomuscular, que tem uma inter-relação com o resto do corpo. Baseia-se na filosofia de que o corpo funciona como uma unidade composta de diferentes partes móveis (músculos, articulações, órgãos, vísceras, circulação sanguínea), tendo o poder de auto-cura.
Recorre a técnicas manuais e aconselhamento de cuidados posturais, para diagnosticar e tratar disfunções somáticas e estruturais do corpo humano, nomeadamente na coluna vertebral.
Como actua e o que trata?
Todas as partes do corpo funcionam juntas e de uma forma integrada. Se uma das partes está limitada, as restantes sofrerão adaptações e compensações, podendo levar à inflamação, à dor, à rigidez e a outros problemas de saúde.
Os problemas articulares acontecem quando os músculos ficam tensos e forçam os ossos a saírem do lugar, o que vai criar uma situação de mal-estar e muitas vezes dolorosa. O mesmo acontece através de traumatismos e posteriormente degenerações ósseas.
Enquanto o problema não é tratado, o corpo contrai os músculos, para evitar o movimento e consequentemente a dor do sítio afectado.
Cada movimento que se faça, as dores começam a ser cada vez mais insuportáveis e a acumulação de líquidos começa a ser cada vez maior.
É aqui que entra o osteopata que além de implementar a prevenção e o retardamento do desenvolvimento de processos degenerativos osteomusculares de origem mecânica, sem efeitos secundários, tenta reencontrar uma postura adequada e movimentos sem dor, eliminando tensões, colocando estruturas ósseas na sua posição anatómica.
O tratamento osteopático influencia também o funcionamento fisiológico do corpo humano. Ao tratar músculos, articulações e fáscias, melhora a circulação, a função do sistema nervoso e imunológico, a digestão e a respiração, entre outros.
De uma forma resumida, a osteopatia pode actuar: na coluna vertebral, articulações, músculos, ligamentos, fáscias, sistema visceral e sacrocraneano e é recomendada em casos como: dores na coluna, cervicalgias, torcicolos, neuralgias cervicobraquiais, dorsalgias, lombalgias, dor ciática, lesões desportivas, stress, dores de cabeça e complementa práticas psicológicas e médicas.
A quem se destina?
A pessoas de todas as idades desde o recém-nascido ao idoso, uma vez que é uma técnica não invasiva e sem efeitos secundários.
Quanto mais cedo intervir mais simples e rápida é a resolução do problema.
Nota Curricular
Ana Vanessa Teles Loureiro, Natural do Porto, nascida a 22/05/1978, licenciada em Terapêutica Ocupacional pela Escola Superior de Tecnologia de Saúde do Porto mas também com formação e experiência em Massagem de Recuperação (pelo SIMAC - Sindicato Nacional de Massagistas de Recuperação) e em Osteopatia Estrutural (pelo Instituto Médico Hygea). Exerce funções como Terapeuta ocupacional, desde Janeiro de 2002 na área de Reabilitação Física e de Tecnologias de Apoio e acessibilidades, tendo alargado, nos últimos anos, o seu percurso profissional para a área de saúde mental, onde também orienta equipas de Boccia Sénior. Foi formadora em Massagem de Recuperação entre 2001 e 2003 e exerce funções num gabinete privado de Massagem e Osteopatia no Porto.
Recorre a técnicas manuais e aconselhamento de cuidados posturais, para diagnosticar e tratar disfunções somáticas e estruturais do corpo humano, nomeadamente na coluna vertebral.
Como actua e o que trata?
Todas as partes do corpo funcionam juntas e de uma forma integrada. Se uma das partes está limitada, as restantes sofrerão adaptações e compensações, podendo levar à inflamação, à dor, à rigidez e a outros problemas de saúde.
Os problemas articulares acontecem quando os músculos ficam tensos e forçam os ossos a saírem do lugar, o que vai criar uma situação de mal-estar e muitas vezes dolorosa. O mesmo acontece através de traumatismos e posteriormente degenerações ósseas.
Enquanto o problema não é tratado, o corpo contrai os músculos, para evitar o movimento e consequentemente a dor do sítio afectado.
Cada movimento que se faça, as dores começam a ser cada vez mais insuportáveis e a acumulação de líquidos começa a ser cada vez maior.
É aqui que entra o osteopata que além de implementar a prevenção e o retardamento do desenvolvimento de processos degenerativos osteomusculares de origem mecânica, sem efeitos secundários, tenta reencontrar uma postura adequada e movimentos sem dor, eliminando tensões, colocando estruturas ósseas na sua posição anatómica.
O tratamento osteopático influencia também o funcionamento fisiológico do corpo humano. Ao tratar músculos, articulações e fáscias, melhora a circulação, a função do sistema nervoso e imunológico, a digestão e a respiração, entre outros.
De uma forma resumida, a osteopatia pode actuar: na coluna vertebral, articulações, músculos, ligamentos, fáscias, sistema visceral e sacrocraneano e é recomendada em casos como: dores na coluna, cervicalgias, torcicolos, neuralgias cervicobraquiais, dorsalgias, lombalgias, dor ciática, lesões desportivas, stress, dores de cabeça e complementa práticas psicológicas e médicas.
A quem se destina?
A pessoas de todas as idades desde o recém-nascido ao idoso, uma vez que é uma técnica não invasiva e sem efeitos secundários.
Quanto mais cedo intervir mais simples e rápida é a resolução do problema.
Nota Curricular
Ana Vanessa Teles Loureiro, Natural do Porto, nascida a 22/05/1978, licenciada em Terapêutica Ocupacional pela Escola Superior de Tecnologia de Saúde do Porto mas também com formação e experiência em Massagem de Recuperação (pelo SIMAC - Sindicato Nacional de Massagistas de Recuperação) e em Osteopatia Estrutural (pelo Instituto Médico Hygea). Exerce funções como Terapeuta ocupacional, desde Janeiro de 2002 na área de Reabilitação Física e de Tecnologias de Apoio e acessibilidades, tendo alargado, nos últimos anos, o seu percurso profissional para a área de saúde mental, onde também orienta equipas de Boccia Sénior. Foi formadora em Massagem de Recuperação entre 2001 e 2003 e exerce funções num gabinete privado de Massagem e Osteopatia no Porto.
Fisioterapia ao Domicílio
"Centra-se na análise e avaliação do movimento e da postura, baseadas na estrutura e função do corpo; utilizando modalidades educativas e terapêuticas específicas, com base, essencialmente, no movimento, nas terapias manipulativas, e em meios físicos e naturais, com a finalidade de promoção da saúde e prevenção da doença, da deficiência, da incapacidade e da inadaptação, e de tratar, habilitar ou reabilitar, utentes/clientes com disfunções de natureza física, mental, de desenvolvimento ou outras, incluindo a dor, com o objectivo de os ajudar a atingir a máxima funcionalidade e qualidade de vida".
(Ministério da Saúde-Dec.Lei nº261/93 de 24 de Julho)
Funções do fisioterapeuta
• Colabora na recuperação, aumento e manutenção das capacidades físicas dos doentes bem como na prevenção da incapacidade, utilizando técnicas específicas da profissão;
• Colabora no diagnóstico mediante a avaliação dos doentes, identificando as áreas lesadas;
• Elabora programas adequados de tratamento com o fim de ajudar os doentes a reconquistarem ou aumentarem as suas capacidades físicas utilizando diferentes técnicas tais como terapia pelo movimento, técnicas manipulativas,
electroterapia, incluindo o frio e o calor, e ainda outras técnicas mais evoluídas de facilitação neuromuscular;
• Ensina aos doentes o modo de proceder mais adequado, consoante o seu estado;
• Trata doentes de diferente patologia tais como ortopédica, respiratória cardio-respiratória, neurológica e reumatológica , individualmente ou em grupo;
• Pode fazer parte de uma equipa de reabilitação juntamente com outros técnicos aplicando os conhecimentos específicos da profissão.
ÁREAS DE INTERVENÇÃO
Ortopedia / Traumatologia
• Próteses da anca, joelho, entre outras...
• Coluna vertebral (dores lombares, cervicais - agudas
ou crónicas - escoliose).
• Pré e pós cirurgia do foro ortopédico (;
• Lesões traumáticas dos membros inferiores,
superiores e coluna (fracturas, luxações, sub-luxações
articulares);
• Lesões músculo-tendinosas (rupturas, tendinites,
contusões).
Cardio-Respiratória
•Recuperação da capacidade respiratória afectada por problemas como:
- Infecções Respiratórias - Rinite Alérgica
- Bronquite crónica - Pneumonia
- Bronquiolites - Derrame pleural
- Asma brônquica - Enfisema pulmonar
Geriatria
• Prevenção do declínio funcional
• Distúrbios da postura, marcha e do equilíbrio
• Treino de prevenção de quedas
• Aumento/manutenção da mobilidade
Neurologia
• Acidente vascular cerebral (AVC)
• Lesões Vertebro-Medulares (Paraplégias ou
Tetraplégias)
• Lesões dos nervos periféricos (ex. paralisia facial)
• Esclerose múltipla
• Traumatismos Crânio-encefálicos
• Doenças de Parkinson e Alzheimer
Pediatria
• Paralisia Cerebral
• Síndrome de Down
• Malformações congénitas do pé
• Torcicolo congénito
• Artrite crónica juvenil
• Fracturas
• Patologias respiratórias (bronquiolite, asma,…)
Desporto
• Lesões musculares, tendinosas e legamentares
• Prevenção de lesões
Nota curricular
Andreia Cristina Gomes Moreira, natural de Vale de Cambra, nascida a 24/12/1985, licenciada em Fisioterapia pela Escola Superior de Tecnologia de Saúde do Porto em 2007.
Exerce funções como Fisioterapeuta desde Agosto de 2007 na “Clínica de reabilitação NovaFisio”, em Águas Santas, Maia, até à presente data. Desde Maio de 2009, que presta serviços, também como fisioterapeuta, na “Clínica M.F.R. – Medicina Física e de Reabilitação - Physis”, em Massarelos, Porto. Em Junho do mesmo ano alarga o seu percurso profissional ao prestar serviços de apoio domiciliário na zona do Porto.
Actualmente, encontra-se a frequentar o Mestrado em Fisioterapia (opção de desporto), na Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Porto, com início em Março de 2009.
(Ministério da Saúde-Dec.Lei nº261/93 de 24 de Julho)
Funções do fisioterapeuta
• Colabora na recuperação, aumento e manutenção das capacidades físicas dos doentes bem como na prevenção da incapacidade, utilizando técnicas específicas da profissão;
• Colabora no diagnóstico mediante a avaliação dos doentes, identificando as áreas lesadas;
• Elabora programas adequados de tratamento com o fim de ajudar os doentes a reconquistarem ou aumentarem as suas capacidades físicas utilizando diferentes técnicas tais como terapia pelo movimento, técnicas manipulativas,
electroterapia, incluindo o frio e o calor, e ainda outras técnicas mais evoluídas de facilitação neuromuscular;
• Ensina aos doentes o modo de proceder mais adequado, consoante o seu estado;
• Trata doentes de diferente patologia tais como ortopédica, respiratória cardio-respiratória, neurológica e reumatológica , individualmente ou em grupo;
• Pode fazer parte de uma equipa de reabilitação juntamente com outros técnicos aplicando os conhecimentos específicos da profissão.
ÁREAS DE INTERVENÇÃO
Ortopedia / Traumatologia
• Próteses da anca, joelho, entre outras...
• Coluna vertebral (dores lombares, cervicais - agudas
ou crónicas - escoliose).
• Pré e pós cirurgia do foro ortopédico (;
• Lesões traumáticas dos membros inferiores,
superiores e coluna (fracturas, luxações, sub-luxações
articulares);
• Lesões músculo-tendinosas (rupturas, tendinites,
contusões).
Cardio-Respiratória
•Recuperação da capacidade respiratória afectada por problemas como:
- Infecções Respiratórias - Rinite Alérgica
- Bronquite crónica - Pneumonia
- Bronquiolites - Derrame pleural
- Asma brônquica - Enfisema pulmonar
Geriatria
• Prevenção do declínio funcional
• Distúrbios da postura, marcha e do equilíbrio
• Treino de prevenção de quedas
• Aumento/manutenção da mobilidade
Neurologia
• Acidente vascular cerebral (AVC)
• Lesões Vertebro-Medulares (Paraplégias ou
Tetraplégias)
• Lesões dos nervos periféricos (ex. paralisia facial)
• Esclerose múltipla
• Traumatismos Crânio-encefálicos
• Doenças de Parkinson e Alzheimer
Pediatria
• Paralisia Cerebral
• Síndrome de Down
• Malformações congénitas do pé
• Torcicolo congénito
• Artrite crónica juvenil
• Fracturas
• Patologias respiratórias (bronquiolite, asma,…)
Desporto
• Lesões musculares, tendinosas e legamentares
• Prevenção de lesões
Nota curricular
Andreia Cristina Gomes Moreira, natural de Vale de Cambra, nascida a 24/12/1985, licenciada em Fisioterapia pela Escola Superior de Tecnologia de Saúde do Porto em 2007.
Exerce funções como Fisioterapeuta desde Agosto de 2007 na “Clínica de reabilitação NovaFisio”, em Águas Santas, Maia, até à presente data. Desde Maio de 2009, que presta serviços, também como fisioterapeuta, na “Clínica M.F.R. – Medicina Física e de Reabilitação - Physis”, em Massarelos, Porto. Em Junho do mesmo ano alarga o seu percurso profissional ao prestar serviços de apoio domiciliário na zona do Porto.
Actualmente, encontra-se a frequentar o Mestrado em Fisioterapia (opção de desporto), na Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Porto, com início em Março de 2009.
Terapia da mão ao Domicílio
A funcionalidade da mão é imprescindível para o desempenho ocupacional das actividades de vida diária, isso é possível através do tacto, pois é ele que possibilita aos seres humanos explorar, desenvolver habilidades necessárias à independência da auto-manutenção e realização pessoal. A mão humana em movimento possui duas funções básicas: pinça e preensão. A execução dessas funções é extremamente complexa, envolvendo não apenas o movimento, mas a integridade de todas as estruturas musculares e sensitivas.
.A Terapia da Mão (TM) é um tratamento que se baseia na avaliação e aplicação de técnicas, objectivando estabelecer a função, prevenir deformidades, assim como impedir a evolução de patologias incapacitastes, tanto da mão como dos membros superiores (MMSS). É uma especialidade da reabilitação, exercida por Terapeutas Ocupacionais, que atendem indivíduos traumatizados que apresentam sequelas osteomusculares e/ou neuromusculares de mãos, se caracterizando pela intervenção precoce e aplicação de técnicas específicas. O Terapeuta da Mão, trabalha sempre em conjunto com o Cirurgião da Mão visando um melhor atendimento ao paciente. A parceria cirurgião-terapeuta representa um aspecto fundamental na orientação do paciente, pois promove a cooperação durante o tratamento e viabiliza a reabilitação no menor tempo possível. A integração entre os terapeutas e cirurgiões de mão tem início durante os cuidados pré-operatórios e está presente durante todo o tratamento pós-operatório. O Terapeuta acompanha o procedimento cirúrgico, onde obtém todas as orientações necessárias do cirurgião para o planeamento do processo de reabilitação de cada paciente. Assim é possível reduzir o tempo de tratamento com o objectivo de assegurar um retorno precoce às actividades de vida diária.
Nota curricular:
Maria do Céu Rodrigues, Licenciada em Terapia Ocupacional pela Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto. Exerce funções como terapeuta ocupacional há 21 anos na área de Medicina Física e Reabilitação e tem formação em Terapia da mão.
.A Terapia da Mão (TM) é um tratamento que se baseia na avaliação e aplicação de técnicas, objectivando estabelecer a função, prevenir deformidades, assim como impedir a evolução de patologias incapacitastes, tanto da mão como dos membros superiores (MMSS). É uma especialidade da reabilitação, exercida por Terapeutas Ocupacionais, que atendem indivíduos traumatizados que apresentam sequelas osteomusculares e/ou neuromusculares de mãos, se caracterizando pela intervenção precoce e aplicação de técnicas específicas. O Terapeuta da Mão, trabalha sempre em conjunto com o Cirurgião da Mão visando um melhor atendimento ao paciente. A parceria cirurgião-terapeuta representa um aspecto fundamental na orientação do paciente, pois promove a cooperação durante o tratamento e viabiliza a reabilitação no menor tempo possível. A integração entre os terapeutas e cirurgiões de mão tem início durante os cuidados pré-operatórios e está presente durante todo o tratamento pós-operatório. O Terapeuta acompanha o procedimento cirúrgico, onde obtém todas as orientações necessárias do cirurgião para o planeamento do processo de reabilitação de cada paciente. Assim é possível reduzir o tempo de tratamento com o objectivo de assegurar um retorno precoce às actividades de vida diária.
Nota curricular:
Maria do Céu Rodrigues, Licenciada em Terapia Ocupacional pela Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto. Exerce funções como terapeuta ocupacional há 21 anos na área de Medicina Física e Reabilitação e tem formação em Terapia da mão.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Hidroterapia
A Hidroterapia engloba um conjunto de métodos de tratamento onde se utilizam as propriedades físicas da água para promover:
O relaxamento e inibição da dor
O controlo postural, do movimento e equilíbrio do corpo
A eficiência das funções cardiorespiratórias e circulatórias
Consciência corporal e domínio do corpo e da sua relação com o espaço
Integração de estímulos multissensoriais
A comunicação e as competências sociais
O meio aquático como método terapêutico:
A flutuação na água proporciona sensações de liberdade e domínio sobre o próprio corpo que para algumas pessoas podem ser difíceis de experienciar em terra. Estas sensações funcionam também como estímulo motivador para a interacção com o meio que muitas crianças, jovens e adultos não encontram no meio terrestre.
Métodos de hidroterapia utilizados:
Relaxamento passivo
Terapia aquática especifica
Halliwick
Bad Ragaz –método dos anéis
Psicomotricidade aquática
Terapia ocupacional em meio aquático
Sessões de Hidroterapia
Destinadas a pessoas de qualquer faixa etária com disfunção neurológica (AVC, lesões medulares, paralisia cerebral), ortopédica (lombalgias, firbromialgia, artroses) e reumatológica (artrite reumatóide), deficiência intelectual (síndrome de Down e outros síndromes), hiperactividade, perturbações globais do desenvolvimento (autismo), entre outros.
Numa primeira avaliação o terapeuta irá identificar com o cliente os objectivos que este pretende atingir com as sessões de hidroterapia e desenhar um programa de intervenção que melhor responder às suas necessidades. A hidroterapia pode ser indicada como uma terapia isolada ou coadjuvante a outras terapias. As sessões de hidroterapia têm a duração entre 45 a 60 minutos e poderão ser semanais ou bissemanais, individuais ou em grupo.
Nota Curricular:
Daniela Santos Lopes
Licenciada em Terapêutica Ocupacional pela Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto. Exerce funções como Terapeuta Ocupacional desde Junho de 2006, ano em que concluiu a licenciatura. A sua primeira experiência profissional foi na Clínica de Medicina Física e Reabilitação Dr. Mário Jorge em Aveiro, onde permaneceu até Setembro de 2007, altura em que integrou o Centro de Actividades Ocupacionais da Maceda da Associação do Porto de Paralisia Cerebral, onde ainda permanece. No decorrer de 2008, inicia a sua intervenção com crianças e adolescentes, trabalhando em part-time em gabinetes de apoio terapêutico, nas localidades de Santo Tirso (Abril de 2008-Janeiro de 2009) e Ermesinde desde Novembro de 2008 até à presente data. Da formação complementar que vai realizando, destaca-se a certificação no Curso Internacional de Hidroterapia sobre o Método Halliwick – Terapia Neurofisiológica na água. A sua prática profissional em sessões/programas de Hidroterapia iniciou-se com a entrada no Centro de Actividades Ocupacionais e prolonga-se até à presente data alargando-se, inclusivamente, ao gabinete de apoio terapêutico em Ermesinde. Colaborou num projecto de formação integrado no curso inicial de voluntários para trabalhar com idosos e, desde 2008 até à presente data, é orientadora de estágios de Terapia Ocupacional.
Joana Cardoso Pinto Correia, portuguesa natural do distrito do Porto, Licenciada em Terapia Ocupacional desde Setembro de 2004 pela Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Porto (ESTSP). Conclui em Julho de 2008 o Mestrado em Desenvolvimento Motor na Faculdade de Desporto da Universidade do Porto.
Inicia a sua actividade profissional como Terapeuta Ocupacional em Janeiro de 2004 na Associação do Porto de Paralisia Cerebral (APPC). Onde exerce até à data centrando a sua intervenção na promoção do envolvimento em ocupações da população adulta com deficiência e na avaliação de necessidades de suporte para a promoção da sua participação.
Com formação na área da hidroterapia no método de Halliwick e terapia específica em meio aquático, e experiência no trabalho com crianças e adultos com diferentes incapacidades, fomentando o meio aquático como um meio precursor da autonomia em meio terrestre ou como meio de relaxamento efectivo.
Em Outubro de 2004 inicia a sua actividade de docência na ESTSP na área científica de Terapia Ocupacional e desde 2007 integra o núcleo cientifico de reabilitação física da referida área, onde colabora em unidades curriculares da área do estudo da ocupação e actividade humana.
O relaxamento e inibição da dor
O controlo postural, do movimento e equilíbrio do corpo
A eficiência das funções cardiorespiratórias e circulatórias
Consciência corporal e domínio do corpo e da sua relação com o espaço
Integração de estímulos multissensoriais
A comunicação e as competências sociais
O meio aquático como método terapêutico:
A flutuação na água proporciona sensações de liberdade e domínio sobre o próprio corpo que para algumas pessoas podem ser difíceis de experienciar em terra. Estas sensações funcionam também como estímulo motivador para a interacção com o meio que muitas crianças, jovens e adultos não encontram no meio terrestre.
Métodos de hidroterapia utilizados:
Relaxamento passivo
Terapia aquática especifica
Halliwick
Bad Ragaz –método dos anéis
Psicomotricidade aquática
Terapia ocupacional em meio aquático
Sessões de Hidroterapia
Destinadas a pessoas de qualquer faixa etária com disfunção neurológica (AVC, lesões medulares, paralisia cerebral), ortopédica (lombalgias, firbromialgia, artroses) e reumatológica (artrite reumatóide), deficiência intelectual (síndrome de Down e outros síndromes), hiperactividade, perturbações globais do desenvolvimento (autismo), entre outros.
Numa primeira avaliação o terapeuta irá identificar com o cliente os objectivos que este pretende atingir com as sessões de hidroterapia e desenhar um programa de intervenção que melhor responder às suas necessidades. A hidroterapia pode ser indicada como uma terapia isolada ou coadjuvante a outras terapias. As sessões de hidroterapia têm a duração entre 45 a 60 minutos e poderão ser semanais ou bissemanais, individuais ou em grupo.
Nota Curricular:
Daniela Santos Lopes
Licenciada em Terapêutica Ocupacional pela Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto. Exerce funções como Terapeuta Ocupacional desde Junho de 2006, ano em que concluiu a licenciatura. A sua primeira experiência profissional foi na Clínica de Medicina Física e Reabilitação Dr. Mário Jorge em Aveiro, onde permaneceu até Setembro de 2007, altura em que integrou o Centro de Actividades Ocupacionais da Maceda da Associação do Porto de Paralisia Cerebral, onde ainda permanece. No decorrer de 2008, inicia a sua intervenção com crianças e adolescentes, trabalhando em part-time em gabinetes de apoio terapêutico, nas localidades de Santo Tirso (Abril de 2008-Janeiro de 2009) e Ermesinde desde Novembro de 2008 até à presente data. Da formação complementar que vai realizando, destaca-se a certificação no Curso Internacional de Hidroterapia sobre o Método Halliwick – Terapia Neurofisiológica na água. A sua prática profissional em sessões/programas de Hidroterapia iniciou-se com a entrada no Centro de Actividades Ocupacionais e prolonga-se até à presente data alargando-se, inclusivamente, ao gabinete de apoio terapêutico em Ermesinde. Colaborou num projecto de formação integrado no curso inicial de voluntários para trabalhar com idosos e, desde 2008 até à presente data, é orientadora de estágios de Terapia Ocupacional.
Joana Cardoso Pinto Correia, portuguesa natural do distrito do Porto, Licenciada em Terapia Ocupacional desde Setembro de 2004 pela Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Porto (ESTSP). Conclui em Julho de 2008 o Mestrado em Desenvolvimento Motor na Faculdade de Desporto da Universidade do Porto.
Inicia a sua actividade profissional como Terapeuta Ocupacional em Janeiro de 2004 na Associação do Porto de Paralisia Cerebral (APPC). Onde exerce até à data centrando a sua intervenção na promoção do envolvimento em ocupações da população adulta com deficiência e na avaliação de necessidades de suporte para a promoção da sua participação.
Com formação na área da hidroterapia no método de Halliwick e terapia específica em meio aquático, e experiência no trabalho com crianças e adultos com diferentes incapacidades, fomentando o meio aquático como um meio precursor da autonomia em meio terrestre ou como meio de relaxamento efectivo.
Em Outubro de 2004 inicia a sua actividade de docência na ESTSP na área científica de Terapia Ocupacional e desde 2007 integra o núcleo cientifico de reabilitação física da referida área, onde colabora em unidades curriculares da área do estudo da ocupação e actividade humana.
sábado, 5 de dezembro de 2009
14 DICAS PARA ESTIMULAR A IMAGINAÇÃO E A CRIATIVIDADE DO SEU FILHO
1- Varie nas actividades. Ao sábado organize actividades com o seu filho, mas varie muito. Assim, vai perceber quais são as que ele mais gosta e, quem sabe, descobrir algum talento.
2- Faça da sua casa um local de inspiração. Encha as paredes de arte, fotografia e ilustração. Tenha sempre música a tocar. Se puder crie um “cantinho artístico” cheio de cadernos, marcadores, tintas, plasticina…
3- Motive o seu filho. Encoraje os miúdos a ter mentes abertas e a desenvolver projectos distintos de tudo aquilo que já viram. Estimule a imaginação do seu filho.
4- Não desenhe. Quando o seu filho lhe pedir que faça um desenho, inverta a situação. Mas não espere perfeição. Deve valorizar a originalidade dele.
5- Dê importância ao processo criativo. Não concentre a atenção no resultado final. Depois deve exibir as “obras-primas” a toda a família para incentivar o seu filho a continuar.
6- Limite o tempo em frente à televisão computador e consolas de jogos. Incentive o seu filho a criar o seu próprio jogo, a organizar uma peça de teatro ou elaborar um livro ou revista.
7- Envolva-se nas brincadeiras. Mas deixe que sejam as crianças os lideres. Desta forma ganham confiança nas suas próprias ideias e percebem como fazer da próxima vez, se alguma coisa correr menos bem.
8- Exponha o seu filho à arte. Aprender música ou dança, visitar museus, galerias de arte, assistir a concertos e peças de teatro deve ser uma constante.
9- Incentive à escrita, a leitura e a fotografia. Ajude o seu filho a escrever um diário, uma história ou peça de teatro. Fomente o gosto pela leitura e pela fotografia (com um olhar sobre as diferentes perspectivas)
10- Estimule as perguntas. Leve o seu filho a dizer «por que é que acham que é assim?» e «se isto fosse diferente?»
11- Equilibre as actividades tradicionais e as novas tecnologias. É o caso dos puzzles, exercícios de linguagem e matemática versus os kits de ciência, a internet…
12- Passe tempo ao ar livre com ele. Explorem o vosso bairro, façam pequenas viagens até ao campo, praia e cidade. Descubra com o seu filho a natureza, os animais, os astros, os arranha-céus.
13- Envolva-os em exercícios faz de conta. Lance perguntas como: «se eu pudesse inventar uma máquina…», «se eu tivesse três desejos…», «se seu pudesse mudar o mundo…»
14- Transmita sabedoria e incentive o raciocínio. Ensine ao seu filho capacidades práticas e hábitos de raciocínio. Veja tudo como uma oportunidade de conhecimento e transmita isso mesmo.
1- Varie nas actividades. Ao sábado organize actividades com o seu filho, mas varie muito. Assim, vai perceber quais são as que ele mais gosta e, quem sabe, descobrir algum talento.
2- Faça da sua casa um local de inspiração. Encha as paredes de arte, fotografia e ilustração. Tenha sempre música a tocar. Se puder crie um “cantinho artístico” cheio de cadernos, marcadores, tintas, plasticina…
3- Motive o seu filho. Encoraje os miúdos a ter mentes abertas e a desenvolver projectos distintos de tudo aquilo que já viram. Estimule a imaginação do seu filho.
4- Não desenhe. Quando o seu filho lhe pedir que faça um desenho, inverta a situação. Mas não espere perfeição. Deve valorizar a originalidade dele.
5- Dê importância ao processo criativo. Não concentre a atenção no resultado final. Depois deve exibir as “obras-primas” a toda a família para incentivar o seu filho a continuar.
6- Limite o tempo em frente à televisão computador e consolas de jogos. Incentive o seu filho a criar o seu próprio jogo, a organizar uma peça de teatro ou elaborar um livro ou revista.
7- Envolva-se nas brincadeiras. Mas deixe que sejam as crianças os lideres. Desta forma ganham confiança nas suas próprias ideias e percebem como fazer da próxima vez, se alguma coisa correr menos bem.
8- Exponha o seu filho à arte. Aprender música ou dança, visitar museus, galerias de arte, assistir a concertos e peças de teatro deve ser uma constante.
9- Incentive à escrita, a leitura e a fotografia. Ajude o seu filho a escrever um diário, uma história ou peça de teatro. Fomente o gosto pela leitura e pela fotografia (com um olhar sobre as diferentes perspectivas)
10- Estimule as perguntas. Leve o seu filho a dizer «por que é que acham que é assim?» e «se isto fosse diferente?»
11- Equilibre as actividades tradicionais e as novas tecnologias. É o caso dos puzzles, exercícios de linguagem e matemática versus os kits de ciência, a internet…
12- Passe tempo ao ar livre com ele. Explorem o vosso bairro, façam pequenas viagens até ao campo, praia e cidade. Descubra com o seu filho a natureza, os animais, os astros, os arranha-céus.
13- Envolva-os em exercícios faz de conta. Lance perguntas como: «se eu pudesse inventar uma máquina…», «se eu tivesse três desejos…», «se seu pudesse mudar o mundo…»
14- Transmita sabedoria e incentive o raciocínio. Ensine ao seu filho capacidades práticas e hábitos de raciocínio. Veja tudo como uma oportunidade de conhecimento e transmita isso mesmo.
Aplicação e Cotação do TALC Fundamentos sobre a Formação
O TALC – Teste de Avaliação da Linguagem
na Criança
é indicado para crianças dos 2 anos e meio
aos 6 anos. Tem como objectivos: identificar crianças que
funcionam significativamente abaixo dos seus pares
relativamente à linguagem, identificar áreas específicas
fortes e fracas e promover evidência do progresso da
intervenção.
O TALC avalia as componentes de Compreensão e
Expressão da Linguagem nas áreas da: Semântica (vocabulário,
relações semânticas e frases absurdas), da Morfossintaxe
(frases complexas e constituintes morfossintácticos)
e da Pragmática (funções comunicativas). O tempo de
aplicação do TALC é de 30 a 45 minutos.
Construção e Validação do TALC
é indicado para crianças dos 2 anos e meio
aos 6 anos. Tem como objectivos: identificar crianças que
funcionam significativamente abaixo dos seus pares
relativamente à linguagem, identificar áreas específicas
fortes e fracas e promover evidência do progresso da
intervenção.
O TALC avalia as componentes de Compreensão e
Expressão da Linguagem nas áreas da: Semântica (vocabulário,
relações semânticas e frases absurdas), da Morfossintaxe
(frases complexas e constituintes morfossintácticos)
e da Pragmática (funções comunicativas). O tempo de
aplicação do TALC é de 30 a 45 minutos.
Os itens escolhidos para este teste tiveram como base
capacidades linguísticas que pudessem identificar as
diferentes etapas do desenvolvimento normal da linguagem.
Para a sua construção procedeu-se à definição de aspectos
linguísticos a avaliar e respectivas provas. O material
necessário para a sua aplicação (objectos estímulo e imagens)
foi escolhi-do criteriosamente de forma a ser atractivo e
estimulante para a criança.
Nesta 5ª edição (edição revista), foi aumentado o número da
amostra de 580 para 1002 crianças entre os dois anos e seis
meses e os seis anos de idade, integradas em jardins de
infância, de áreas urbanas e rurais, de várias regiões do
Continente: Alentejo, Algarve, Grande Lisboa, Minho, Trás os
Montes, Beira Litoral, Beira Interior e também nos Açores e
Madeira. Foi efectuada a análise estatística obtendo-se para
cada um dos subtestes os valores médios e respectivos desvios
padrão para 8 faixas etárias (intervalos de 6 meses de idade).
Foi ainda realizada uma Anova One Way para comparar os
resultados em função da idade e uma análise Post hoc com o
teste de comparações múltiplas LSD verificando-se a
existência de diferenças significativas entre todos os grupos
de idade. A análise da consistência interna feita através do á de
Cronbach mostra todos os coeficientes acima de 0,70
indicando uma consistência razoável a boa nos vários sub
testes, e muito boa nos totais da Compreensão e Expressão
Oficina Didáctica - Educação e Saúde
Local:
Hospital Cuf Descobertas
Biblioteca
Rua Mário Botas, 1998-018 Lisboa
Parque das Nações
Data e Horário:
Dia 16 de Janeiro de 2010
(Sábado)
Das 9:30 às 13:00 horas
Até 08/01/2010 Após Até 08/01/2010
O valor de inscrição no workshop será totalmente
deduzido caso adquira o TALC
Nota: O cheque deverá ser para
Didáctica e enviado juntamente com a ficha de
inscrição. Caso a inscrição não seja aceite, o cheque
será devolvido.
- Identificar e descrever as áreas do
desenvolvimento da linguagem aferidas no
TALC;
- Descrever a forma de aplicação e cotação;
- A aplicabilidade do teste no diagnóstico e na
formulação de planos de intervenção.
Possuidores e interessados no TALC.
- Metodologia Expositiva,
- Fomento de Debate,
- Esclarecimento de dúvidas
na Criança
é indicado para crianças dos 2 anos e meio
aos 6 anos. Tem como objectivos: identificar crianças que
funcionam significativamente abaixo dos seus pares
relativamente à linguagem, identificar áreas específicas
fortes e fracas e promover evidência do progresso da
intervenção.
O TALC avalia as componentes de Compreensão e
Expressão da Linguagem nas áreas da: Semântica (vocabulário,
relações semânticas e frases absurdas), da Morfossintaxe
(frases complexas e constituintes morfossintácticos)
e da Pragmática (funções comunicativas). O tempo de
aplicação do TALC é de 30 a 45 minutos.
Construção e Validação do TALC
é indicado para crianças dos 2 anos e meio
aos 6 anos. Tem como objectivos: identificar crianças que
funcionam significativamente abaixo dos seus pares
relativamente à linguagem, identificar áreas específicas
fortes e fracas e promover evidência do progresso da
intervenção.
O TALC avalia as componentes de Compreensão e
Expressão da Linguagem nas áreas da: Semântica (vocabulário,
relações semânticas e frases absurdas), da Morfossintaxe
(frases complexas e constituintes morfossintácticos)
e da Pragmática (funções comunicativas). O tempo de
aplicação do TALC é de 30 a 45 minutos.
Os itens escolhidos para este teste tiveram como base
capacidades linguísticas que pudessem identificar as
diferentes etapas do desenvolvimento normal da linguagem.
Para a sua construção procedeu-se à definição de aspectos
linguísticos a avaliar e respectivas provas. O material
necessário para a sua aplicação (objectos estímulo e imagens)
foi escolhi-do criteriosamente de forma a ser atractivo e
estimulante para a criança.
Nesta 5ª edição (edição revista), foi aumentado o número da
amostra de 580 para 1002 crianças entre os dois anos e seis
meses e os seis anos de idade, integradas em jardins de
infância, de áreas urbanas e rurais, de várias regiões do
Continente: Alentejo, Algarve, Grande Lisboa, Minho, Trás os
Montes, Beira Litoral, Beira Interior e também nos Açores e
Madeira. Foi efectuada a análise estatística obtendo-se para
cada um dos subtestes os valores médios e respectivos desvios
padrão para 8 faixas etárias (intervalos de 6 meses de idade).
Foi ainda realizada uma Anova One Way para comparar os
resultados em função da idade e uma análise Post hoc com o
teste de comparações múltiplas LSD verificando-se a
existência de diferenças significativas entre todos os grupos
de idade. A análise da consistência interna feita através do á de
Cronbach mostra todos os coeficientes acima de 0,70
indicando uma consistência razoável a boa nos vários sub
testes, e muito boa nos totais da Compreensão e Expressão
Oficina Didáctica - Educação e Saúde
Local:
Hospital Cuf Descobertas
Biblioteca
Rua Mário Botas, 1998-018 Lisboa
Parque das Nações
Data e Horário:
Dia 16 de Janeiro de 2010
(Sábado)
Das 9:30 às 13:00 horas
Até 08/01/2010 Após Até 08/01/2010
O valor de inscrição no workshop será totalmente
deduzido caso adquira o TALC
Nota: O cheque deverá ser para
Didáctica e enviado juntamente com a ficha de
inscrição. Caso a inscrição não seja aceite, o cheque
será devolvido.
- Identificar e descrever as áreas do
desenvolvimento da linguagem aferidas no
TALC;
- Descrever a forma de aplicação e cotação;
- A aplicabilidade do teste no diagnóstico e na
formulação de planos de intervenção.
Possuidores e interessados no TALC.
- Metodologia Expositiva,
- Fomento de Debate,
- Esclarecimento de dúvidas
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