terça-feira, 25 de outubro de 2011

HIPOTERAPIA X TERAPIA DA FALA

A interacção do paciente com o animal, observada na Hipoterapia, desenvolve-se formas de comunicação, socialização, postura e até mesmo na sua auto- estima, facilitando a terapia.
Os objectivos da Terapia da Fala:
- Estimular a comunicação oral.
- Estimular a organização do esquema corporal.
- Participar na escolha dos materiais didácticos.
- Desenvolver trabalhos de prevenção no que se refere à área de comunicação escrita, oral, voz e audição.
- Desenvolver-se a estruturação espacial e temporal.
- Melhorar as funções neuro- vegetativas (mastigação, deglutição e respiração).
- Reorganização das funções e tónus dos órgãos fono- articulatórios.
E o que compete ao Terapeuta da Fala na Hipoterapia:
- Avaliar os pacientes, traçando um programa terapêutico.
- Oferecer recursos alternativos para estimulação da linguagem.
- Desenvolver a postura e a expressão corporal dos pacientes, através do trabalho de musculatura torácica e abdominal com preservação da função respiratória.
Recurso que podemos utilizar:
a) Lúdico: Jogos simbólicos, brinquedos.
b) Estimulação Sensorial: Visão, auditiva, gustativa, táctil, olfactiva, ambiental, proprioceptiva, equilíbrio.
c) Motor Global: Conscientização corporal, função do corpo, localização do corpo no espaço.


Ana Rocha

visite o site: www.gabinetesinapse.com

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Serviços ao Domicílio

Valências:


Terapia Ocupacional

Fisioterapia

Terapia da Fala

Massagem Terapêutica

Enfermagem


visite o site: www.gabinetesinapse.com

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

XII Congresso Nacional SPG

Congresso2011Vai realizar-se nos próximos dias 4 e 5 de Novembro de 2011, na Escola Alemã de Lisboa, o XII Congresso Nacional da Sociedade Portuguesa de Grupanálise que terá como tema central: “A Força das Palavras”.



Consulte o programa e efectue a sua inscrição através do site do congresso: https://sites.google.com/site/xiicongressogrupanalise/

Visite o site: www.gabinetesinapse.com

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Pedopsiquiatria

A Psiquiatria da Infância e Adolescência (Pedopsiquiatria) é a especialidade médica que lida com a prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação das perturbações emocionais e comportamentais na infância e na adolescência
As indicações para uma consulta de Pedopsiquiatria são, entre outras: quadros ansiosos, quadros depressivos, quadros de psicose e esquizofrenia, perturbações bipolares, perturbações do espectro do autismo, comportamentos suicidários, alterações do sono, alterações do comportamento alimentar, problemas de comportamento, hiperactividade e défice de atenção.
A intervenção pode ser efectuada tanto ao nível individual como familiar, podendo incluir a prescrição de psicofármacos e/ou a realização de consultas psicoterapêuticas.

Drª.Sílvia Maria Andrade Barbosa Tavares – Pedopsiquiatra

NOTA CURRICULAR:

Licenciatura em Medicina pelo Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto, concluída em 2003
Internato Geral realizado no Hospital Geral de Santo António, concluído em 2005
Especialização em Psiquiatria da Infância e Adolescência, realizada no Departamento de Pedopsiquiatria e Saúde Mental do Centro Hospitalar do Porto, concluída em Julho de 2011
Assistente Hospitalar de Psiquiatria da Infância e Adolescência no Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga, desde Setembro de 2011
Pós-graduação em Terapias Cognitivo-Comportamentais – Curso Avançado, realizada no CESPU/Instituto Superior de Ciências da Saúde
Curso de Formação em Intervenção Sistémica e Familiar (ano 2) realizado na Secção Centro da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar
Professora da cadeira de Psiquiatria do curso de Neurofisiologia da Escola Superior e Tecnologia da Saúde do Porto

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Novas Especialidades

A partir do mês de Setembro de 2011, iniciaremos com consultas de Terapia Familiar e Psiquiatria e PedoPsiquiatria

quinta-feira, 2 de junho de 2011

COMUNICAÇÃO E LINGUAGEM DAS CRIANÇAS COM AUTISMO

Antes de falarmos sobre as dificuldades de comunicação, devemos antes definir o que é autismo.
Podemos também chamarmos de “Espectro das disfunções”, inclui perturbações de desenvolvimento de raiz biológica que conduzirá a um padrão específico de percepção, pensamento e aprendizagem, disfunções da fala e a deficiências motoras ou sensoriais. (Rita Jordam)
A linguagem além de ter papel na comunicação, desempenha uma função no desenvolvimento do raciocínio da criança. As crianças normalmente ao desenvolverem utilizam a linguagem para controlar as suas próprias actividades, e nesta altura considera-se que a linguagem se interiorizou como discurso interior que o permite planificar e orientar as suas próprias actividades.
Qualquer criança com dificuldades de linguagem, como acontece com o autismo fica assim diminuída nestes aspectos de raciocínio e planificação. A criança autista pode não prestar atenção as orientações do adulto, ficando assim impedida de adquirir esta função de linguagem directa, podendo fazer com que as indicações verbais não sejam incorporadas na atenção às tarefas que a criança está a realizar.
Há muitas crianças com autismo com dificuldades adicionais de linguagem ou de aprendizagem que nunca conseguirão falar, pelo que é necessário ensinar-lhes uma alternativa linguagem escrita ou gestual). Há outras que tentam aprender a falar e que precisam de um sistema aumentativo (linguagem de símbolos, figuras ou objectos, falada) que os ajude adquirir a linguagem e a ter um meio de comunicação.
Os pais, professores e técnicos, necessitam ensinar- lhes a controlar ou mesmo modificar a sua própria linguagem e formentar nas crianças as capacidades de linguagem e comunicação. Para algumas, terá de ser ensinado um modo alternativo de comunicação, sistemas visuais são geralmente muito úteis, mas o sistema adoptado vai depender da análise dos pontos fortes e fracos da criança e das próprias características da situação.
O que quer que lhes seja ensinado, precisa ser dado passo-a-passo e tendo em conta as dificuldades que a criança sente em entender o que se pretende comunicar.

Avaliação Neuropsicológica

O que é Neuropsicologia?

É a ciência que estuda a relação entre a cognição, o comportamento e a actividade do sistema nervoso. Actua como principal ferramenta no diagnóstico das disfunções cognitivas, mas também no acompanhamento e reabilitação das mesmas.

É uma avaliação objectiva, que mede o desempenho das habilidades cognitivas, procurando investigar quais as funções cognitivas que estão preservadas e as que estão comprometidas.
Utiliza um conjunto de instrumentos padronizados para avaliação das funções cognitivas, que permitem fazer o mapeamento quantitativo e qualitativo do funcionamento cerebral, em termos de desempenhos reais de habilidades como:
• Atenção e orientação;
• Memória;
• Linguagem;
• Funções espaciais, perceptivas e construtivas
• Função motora;
• Velocidade de processamento;
• Função Executiva

A avaliação neuropsicológica tem como objectivos reunir os dados clínicos para auxiliar na compreensão da extensão das perdas:
• Identificar alterações relativamente ao nível de funcionamento pré-mórbido
• Detectar a presença de deterioração cognitiva
• Quantificar a gravidade da deterioração
• Definir o grau de incapacidade funcional.
• Salientar os aspectos fortes e fracos do funcionamento cognitivo do doente
• Fornecer perfis neuropsicológicos para o diagnóstico diferencial
• Avaliar a eficácia dos tratamentos farmacológicos e não-farmacológicos
• Monitorizar as mudanças ao longo do tempo
A avaliação neuropsicológica encontra-se presente nas diferentes fases do ciclo vital (criança, adulto e idoso) para detecção de distúrbios cognitivos e comportamentais, nomeadamente:
• Atraso desenvolvimento cognitivo;
• Atraso desenvolvimento linguagem oral e escrita;
• Dislexia, discalculia, disortografia;
• Hiperactividade e défice de atenção;
• Sequelas neurocirúrgicas;
• Lesões cerebrais adquiridas;
• Envelhecimento cerebral: alterações da memória próprias da idade; défice cognitivo ligeiro;
• Demências (Alzheimer, Parkinson, entre outras)

Drª Teresa Campos Ferreira


NOTA CURRICULAR

É licenciada em Psicologia, pré-especialização em Psicologia da Saúde, pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (1998). Possui especialização pós-licenciatura em Neuropsicologia Clínica (2004) e pós graduação em Cuidados paliativos pela faculdade de Medicina de Lisboa (2007). Encontra-se a terminar o Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto.
Desde 1998 que tem desenvolvido a sua actividade profissional no âmbito da Psicologia Clínica, em instituições privadas, actuando nas diferentes etapas do ciclo vital: crianças, adultos e idosos.
Formadora certificada desde 1999, tendo colaborado com o Instituto de Emprego e Formação Profissional e outras instituições privadas de formação, na administração de acções de formação na área da Psicologia e na elaboração de projectos de formação na área comportamental. Possui vasta experiência em Formação Pedagógica Inicial de Formadores, ministrando estes cursos desde 2000.
Actualmente, e desde 2005, exerce funções de Psicóloga num Hospital público da área do grande Porto.