Antes de falarmos sobre as dificuldades de comunicação, devemos antes definir o que é autismo.
Podemos também chamarmos de “Espectro das disfunções”, inclui perturbações de desenvolvimento de raiz biológica que conduzirá a um padrão específico de percepção, pensamento e aprendizagem, disfunções da fala e a deficiências motoras ou sensoriais. (Rita Jordam)
A linguagem além de ter papel na comunicação, desempenha uma função no desenvolvimento do raciocínio da criança. As crianças normalmente ao desenvolverem utilizam a linguagem para controlar as suas próprias actividades, e nesta altura considera-se que a linguagem se interiorizou como discurso interior que o permite planificar e orientar as suas próprias actividades.
Qualquer criança com dificuldades de linguagem, como acontece com o autismo fica assim diminuída nestes aspectos de raciocínio e planificação. A criança autista pode não prestar atenção as orientações do adulto, ficando assim impedida de adquirir esta função de linguagem directa, podendo fazer com que as indicações verbais não sejam incorporadas na atenção às tarefas que a criança está a realizar.
Há muitas crianças com autismo com dificuldades adicionais de linguagem ou de aprendizagem que nunca conseguirão falar, pelo que é necessário ensinar-lhes uma alternativa linguagem escrita ou gestual). Há outras que tentam aprender a falar e que precisam de um sistema aumentativo (linguagem de símbolos, figuras ou objectos, falada) que os ajude adquirir a linguagem e a ter um meio de comunicação.
Os pais, professores e técnicos, necessitam ensinar- lhes a controlar ou mesmo modificar a sua própria linguagem e formentar nas crianças as capacidades de linguagem e comunicação. Para algumas, terá de ser ensinado um modo alternativo de comunicação, sistemas visuais são geralmente muito úteis, mas o sistema adoptado vai depender da análise dos pontos fortes e fracos da criança e das próprias características da situação.
O que quer que lhes seja ensinado, precisa ser dado passo-a-passo e tendo em conta as dificuldades que a criança sente em entender o que se pretende comunicar.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Avaliação Neuropsicológica
O que é Neuropsicologia?
É a ciência que estuda a relação entre a cognição, o comportamento e a actividade do sistema nervoso. Actua como principal ferramenta no diagnóstico das disfunções cognitivas, mas também no acompanhamento e reabilitação das mesmas.
É uma avaliação objectiva, que mede o desempenho das habilidades cognitivas, procurando investigar quais as funções cognitivas que estão preservadas e as que estão comprometidas.
Utiliza um conjunto de instrumentos padronizados para avaliação das funções cognitivas, que permitem fazer o mapeamento quantitativo e qualitativo do funcionamento cerebral, em termos de desempenhos reais de habilidades como:
• Atenção e orientação;
• Memória;
• Linguagem;
• Funções espaciais, perceptivas e construtivas
• Função motora;
• Velocidade de processamento;
• Função Executiva
A avaliação neuropsicológica tem como objectivos reunir os dados clínicos para auxiliar na compreensão da extensão das perdas:
• Identificar alterações relativamente ao nível de funcionamento pré-mórbido
• Detectar a presença de deterioração cognitiva
• Quantificar a gravidade da deterioração
• Definir o grau de incapacidade funcional.
• Salientar os aspectos fortes e fracos do funcionamento cognitivo do doente
• Fornecer perfis neuropsicológicos para o diagnóstico diferencial
• Avaliar a eficácia dos tratamentos farmacológicos e não-farmacológicos
• Monitorizar as mudanças ao longo do tempo
A avaliação neuropsicológica encontra-se presente nas diferentes fases do ciclo vital (criança, adulto e idoso) para detecção de distúrbios cognitivos e comportamentais, nomeadamente:
• Atraso desenvolvimento cognitivo;
• Atraso desenvolvimento linguagem oral e escrita;
• Dislexia, discalculia, disortografia;
• Hiperactividade e défice de atenção;
• Sequelas neurocirúrgicas;
• Lesões cerebrais adquiridas;
• Envelhecimento cerebral: alterações da memória próprias da idade; défice cognitivo ligeiro;
• Demências (Alzheimer, Parkinson, entre outras)
Drª Teresa Campos Ferreira
NOTA CURRICULAR
É licenciada em Psicologia, pré-especialização em Psicologia da Saúde, pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (1998). Possui especialização pós-licenciatura em Neuropsicologia Clínica (2004) e pós graduação em Cuidados paliativos pela faculdade de Medicina de Lisboa (2007). Encontra-se a terminar o Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto.
Desde 1998 que tem desenvolvido a sua actividade profissional no âmbito da Psicologia Clínica, em instituições privadas, actuando nas diferentes etapas do ciclo vital: crianças, adultos e idosos.
Formadora certificada desde 1999, tendo colaborado com o Instituto de Emprego e Formação Profissional e outras instituições privadas de formação, na administração de acções de formação na área da Psicologia e na elaboração de projectos de formação na área comportamental. Possui vasta experiência em Formação Pedagógica Inicial de Formadores, ministrando estes cursos desde 2000.
Actualmente, e desde 2005, exerce funções de Psicóloga num Hospital público da área do grande Porto.
É a ciência que estuda a relação entre a cognição, o comportamento e a actividade do sistema nervoso. Actua como principal ferramenta no diagnóstico das disfunções cognitivas, mas também no acompanhamento e reabilitação das mesmas.
É uma avaliação objectiva, que mede o desempenho das habilidades cognitivas, procurando investigar quais as funções cognitivas que estão preservadas e as que estão comprometidas.
Utiliza um conjunto de instrumentos padronizados para avaliação das funções cognitivas, que permitem fazer o mapeamento quantitativo e qualitativo do funcionamento cerebral, em termos de desempenhos reais de habilidades como:
• Atenção e orientação;
• Memória;
• Linguagem;
• Funções espaciais, perceptivas e construtivas
• Função motora;
• Velocidade de processamento;
• Função Executiva
A avaliação neuropsicológica tem como objectivos reunir os dados clínicos para auxiliar na compreensão da extensão das perdas:
• Identificar alterações relativamente ao nível de funcionamento pré-mórbido
• Detectar a presença de deterioração cognitiva
• Quantificar a gravidade da deterioração
• Definir o grau de incapacidade funcional.
• Salientar os aspectos fortes e fracos do funcionamento cognitivo do doente
• Fornecer perfis neuropsicológicos para o diagnóstico diferencial
• Avaliar a eficácia dos tratamentos farmacológicos e não-farmacológicos
• Monitorizar as mudanças ao longo do tempo
A avaliação neuropsicológica encontra-se presente nas diferentes fases do ciclo vital (criança, adulto e idoso) para detecção de distúrbios cognitivos e comportamentais, nomeadamente:
• Atraso desenvolvimento cognitivo;
• Atraso desenvolvimento linguagem oral e escrita;
• Dislexia, discalculia, disortografia;
• Hiperactividade e défice de atenção;
• Sequelas neurocirúrgicas;
• Lesões cerebrais adquiridas;
• Envelhecimento cerebral: alterações da memória próprias da idade; défice cognitivo ligeiro;
• Demências (Alzheimer, Parkinson, entre outras)
Drª Teresa Campos Ferreira
NOTA CURRICULAR
É licenciada em Psicologia, pré-especialização em Psicologia da Saúde, pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (1998). Possui especialização pós-licenciatura em Neuropsicologia Clínica (2004) e pós graduação em Cuidados paliativos pela faculdade de Medicina de Lisboa (2007). Encontra-se a terminar o Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto.
Desde 1998 que tem desenvolvido a sua actividade profissional no âmbito da Psicologia Clínica, em instituições privadas, actuando nas diferentes etapas do ciclo vital: crianças, adultos e idosos.
Formadora certificada desde 1999, tendo colaborado com o Instituto de Emprego e Formação Profissional e outras instituições privadas de formação, na administração de acções de formação na área da Psicologia e na elaboração de projectos de formação na área comportamental. Possui vasta experiência em Formação Pedagógica Inicial de Formadores, ministrando estes cursos desde 2000.
Actualmente, e desde 2005, exerce funções de Psicóloga num Hospital público da área do grande Porto.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
INTERVENÇÃO NA SAÚDE MENTAL
Porque a área da Saúde Mental merece toda a nossa atenção e investimento profissional a Sinapse dispõe a partir deste mês uma nova valência de intervenção neste domínio.
Para tal conta com profissionais especializados na área de Terapia Ocupacional, Enfermagem e Serviço Social. Actuam em contexto domiciliário, na comunidade ou em consultório.
Os Critérios de admissão são:
* Faixa etária: 18-65 anos;
* Clinicamente compensados;
* Em acompanhamento por médico com especialidade em psiquiatria.
Adopta o seguinte Modelo de Intervenção:
* Avaliação individual e familiar e auscultação dos recursos disponíveis;
* Delineação das necessidades e definição dos recursos necessários;
* Definição, em colaboração com o cliente e com a família, do programa de
reabilitação (numero de sessões; técnicas a utilizar; locais de aplicação; entre outros);
* Implementação do programa de reabilitação;
* Reavaliação periódica do programa e caso seja necessário reestruturação.
Tipos de Intervenção:
Treino de actividades de vida diária:
• Gestão doméstica;
• Preparação e confecção de refeições;
• Higiene e cuidados pessoais;
• Gestão de dinheiro;
• Utilização de transportes públicos;
• Utilização de estruturas na comunidade.
Orientação para estruturas comunitárias que facilitem o acesso a actividades ocupacionais/lazer e programas específicos de intervenção.
Estimulação cognitiva e resolução de problemas.
Planeamento e reestruturação de hábitos e rotinas diárias semanais e de fim-de-semana.
Programas psicoeducativos (temas: estilos de vida saudáveis; técnicas de gestão de stress; técnicas de relaxamento; Informação sobre a doença).
Para tal conta com profissionais especializados na área de Terapia Ocupacional, Enfermagem e Serviço Social. Actuam em contexto domiciliário, na comunidade ou em consultório.
Os Critérios de admissão são:
* Faixa etária: 18-65 anos;
* Clinicamente compensados;
* Em acompanhamento por médico com especialidade em psiquiatria.
Adopta o seguinte Modelo de Intervenção:
* Avaliação individual e familiar e auscultação dos recursos disponíveis;
* Delineação das necessidades e definição dos recursos necessários;
* Definição, em colaboração com o cliente e com a família, do programa de
reabilitação (numero de sessões; técnicas a utilizar; locais de aplicação; entre outros);
* Implementação do programa de reabilitação;
* Reavaliação periódica do programa e caso seja necessário reestruturação.
Tipos de Intervenção:
Treino de actividades de vida diária:
• Gestão doméstica;
• Preparação e confecção de refeições;
• Higiene e cuidados pessoais;
• Gestão de dinheiro;
• Utilização de transportes públicos;
• Utilização de estruturas na comunidade.
Orientação para estruturas comunitárias que facilitem o acesso a actividades ocupacionais/lazer e programas específicos de intervenção.
Estimulação cognitiva e resolução de problemas.
Planeamento e reestruturação de hábitos e rotinas diárias semanais e de fim-de-semana.
Programas psicoeducativos (temas: estilos de vida saudáveis; técnicas de gestão de stress; técnicas de relaxamento; Informação sobre a doença).
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Nutrição
O Nutricionista é um profissional qualificado para elaborar a sua dieta ou plano alimentar .
Pode ajudá-lo a fazer as escolhas alimentares mais correctas, de modo a manter um peso saudável e, se necessário, elabora a dieta mais adequada á sua situação clínica, como diabetes, obesidade, anorexia, bulimia, doenças cardíacas, doenças renais, cancro, etc.
Em que consiste a CONSULTA de NUTRIÇÃO:
• Avaliação Antropométrica: peso, altura, massa gorda
e massa magra;
• Análise da Composição Corporal;
• Recolha da história médica,
• Recolha da história alimentar,
• Cálculo e elaboração do plano alimentar.
• Entrega do PLANO ALIMENTAR PERSONALIZADO
e FOLHETO INFORMATIVO.
DURAÇÃO da CONSULTA:
1ª Consulta: 1H a 1H30min.
2as Consultas: +/-30 min.
HORÁRIO de ATENDIMENTO:
Por marcação.
Odete Vicente de Sousa
Licenciada em Ciências da Nutrição e Alimentação pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto (FCNAUP).
Mestre em Nutrição Clínica pela FCNAUP.
A frequentar o Programa Doutoral em Gerontologia e Geriatria do Instituo de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto.
É membro da Associação Portuguesa de Nutricionistas.
Pode ajudá-lo a fazer as escolhas alimentares mais correctas, de modo a manter um peso saudável e, se necessário, elabora a dieta mais adequada á sua situação clínica, como diabetes, obesidade, anorexia, bulimia, doenças cardíacas, doenças renais, cancro, etc.
Em que consiste a CONSULTA de NUTRIÇÃO:
• Avaliação Antropométrica: peso, altura, massa gorda
e massa magra;
• Análise da Composição Corporal;
• Recolha da história médica,
• Recolha da história alimentar,
• Cálculo e elaboração do plano alimentar.
• Entrega do PLANO ALIMENTAR PERSONALIZADO
e FOLHETO INFORMATIVO.
DURAÇÃO da CONSULTA:
1ª Consulta: 1H a 1H30min.
2as Consultas: +/-30 min.
HORÁRIO de ATENDIMENTO:
Por marcação.
Odete Vicente de Sousa
Licenciada em Ciências da Nutrição e Alimentação pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto (FCNAUP).
Mestre em Nutrição Clínica pela FCNAUP.
A frequentar o Programa Doutoral em Gerontologia e Geriatria do Instituo de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto.
É membro da Associação Portuguesa de Nutricionistas.
Enfermagem
- Administração de medicação intra muscular, endovenosa e subcutânea;
- Avaliação de tensão arterial;
- Avaliação de valores de glicémia, trigliceridios e dos valores de colesterolemia;
- Tratamento de feridas;
- Apoio a cuidadores e educação para a saúde em doenças neurológicas (Alzheimer, Parkinson e outras demências);
- Minimização das sequelas de AVC.
Nota curricular:
Cláudia Alexandra Vilela de Magalhães, natural da Maia, Bacharelato em Enfermagem Escola Superior de Enfermagem de S. João (1997- 2000) Licenciatura em Enfermagem (2000/2001) pela mesma instituição. Licenciatura de Especialização em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria (2007/ 2008). Actualmente exerce funções no Hospital de Magalhães Lemos.
- Avaliação de tensão arterial;
- Avaliação de valores de glicémia, trigliceridios e dos valores de colesterolemia;
- Tratamento de feridas;
- Apoio a cuidadores e educação para a saúde em doenças neurológicas (Alzheimer, Parkinson e outras demências);
- Minimização das sequelas de AVC.
Nota curricular:
Cláudia Alexandra Vilela de Magalhães, natural da Maia, Bacharelato em Enfermagem Escola Superior de Enfermagem de S. João (1997- 2000) Licenciatura em Enfermagem (2000/2001) pela mesma instituição. Licenciatura de Especialização em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria (2007/ 2008). Actualmente exerce funções no Hospital de Magalhães Lemos.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Prestação de serviços especializados ao domicílio
Serviços Disponíveis nos conselhos de Porto e Vila Nova de Gaia
Serviços disponíveis:
Osteopatia
Massagem terapêutica
Enfermagem
Psicologia
Reabilitação motora ao domicílio (esta valência inclui terapia ocupacional, terapia da fala e fisioterapia)
Terapia da mão
Serviços disponíveis:
Osteopatia
Massagem terapêutica
Enfermagem
Psicologia
Reabilitação motora ao domicílio (esta valência inclui terapia ocupacional, terapia da fala e fisioterapia)
Terapia da mão
Terapia da Fala ao Domicílio
É a ciência que se destina a cuidar do indivíduo no que se refere à área de comunicação oral e escrita, bem como a alterações relacionadas com as funções auditiva, visual, cognitiva, respiração, deglutição e voz.
O terapeuta da fala, faz diagnóstico e tratamento de crianças ou adultos em sua casa com toda a comodidade do seu lar, e proporciona-lhe o apoio sem que o paciente tenha a necessidade de se deslocar a hospitais, centros de saúde ou consultórios.
Como detectar a necessidade de um terapeuta da fala?
NO ADULTO - SINAIS DE ALARME
Necessita do apoio de outras pessoas para comunicar
Apresenta um discurso pouco estruturado
Apresenta dificuldades em nomear objectos
Apresenta dificuldade em entender aquilo que lhe é dito
Apresenta dificuldade em ler letras ou palavras
Tem voz rouca persistente durante 2 semanas consecutivas
Fica sem voz com alguma frequência
Pigarreia por sensação de corpo estranho na garganta
Tem dificuldade em engolir normalmente
Engasga-se frequentemente com líquidos ou sólidos
NA CRIANÇA - SINAIS DE ALARME
Tem dificuldades em se exprimir
Apresenta um discurso pouco claro e desorganizado
Tem dificuldades em compreender ordens simples
Apresenta voz rouca com frequência
Substitui um som por outro com frequência (Ex.: cadeira produz tadeira; sopa produz chopa)
Omite o som -r após os 6 anos (Ex.: prato produz pato; branco produz banco)
Repete sílabas e sons com frequência (Ex.: sa…sa…sapo; f…f…faca)
Repete palavras com frequência (Ex.: Eu…eu…eu gostei muito)
O terapeuta da fala, faz diagnóstico e tratamento de crianças ou adultos em sua casa com toda a comodidade do seu lar, e proporciona-lhe o apoio sem que o paciente tenha a necessidade de se deslocar a hospitais, centros de saúde ou consultórios.
Como detectar a necessidade de um terapeuta da fala?
NO ADULTO - SINAIS DE ALARME
Necessita do apoio de outras pessoas para comunicar
Apresenta um discurso pouco estruturado
Apresenta dificuldades em nomear objectos
Apresenta dificuldade em entender aquilo que lhe é dito
Apresenta dificuldade em ler letras ou palavras
Tem voz rouca persistente durante 2 semanas consecutivas
Fica sem voz com alguma frequência
Pigarreia por sensação de corpo estranho na garganta
Tem dificuldade em engolir normalmente
Engasga-se frequentemente com líquidos ou sólidos
NA CRIANÇA - SINAIS DE ALARME
Tem dificuldades em se exprimir
Apresenta um discurso pouco claro e desorganizado
Tem dificuldades em compreender ordens simples
Apresenta voz rouca com frequência
Substitui um som por outro com frequência (Ex.: cadeira produz tadeira; sopa produz chopa)
Omite o som -r após os 6 anos (Ex.: prato produz pato; branco produz banco)
Repete sílabas e sons com frequência (Ex.: sa…sa…sapo; f…f…faca)
Repete palavras com frequência (Ex.: Eu…eu…eu gostei muito)
Subscrever:
Mensagens (Atom)