segunda-feira, 4 de junho de 2012
A importância do Brincar
O Brincar é uma atividade que
que os adultos pouco valorizam
e que consideram pouco
produtivo e uma forma de as
crianças estarem entretidas.
Quantas vezes ouvimos as seguintes expressões “
ele está só a brincar” ou “ deixa-te de brincadeiras”, como se o brincar fosse algo depreciativo. Claro que numa sociedade em o que conta é o sucesso académico e económico e em que a importância do trabalho é fundamental é fácil de perceber porque o brincar é uma perda de tempo. Contudo será bom libertarem se deste preconceito pois o brincar pois o brincar dá oportunidade ao seu filho de aprender quem é, o que pode fazer e como se pode relacionar com os outros e com o mundo que o rodeia. Por isso brincar com o seu filho é muito importante, no entanto deve “saber” brincar com ele, por isso ficam aqui algumas dicas para brincar com o seu filho:
Deixe-se guiar por ele;
Siga o seu ritmo ;
Não espere demasiado – dê – lhe tempo
Não entre em competição com ele;
Elogie e encoraje as ideias e a criatividade do seu filho e não o critique;
Seja um público atento e apreciador…
Saiba mais sobre este tema num artigo a publicar
brevemente no nosso site: www.gabinetesinapse.com
Novidades na SINAPSE: Fisoterapia
Fisioterapia (no consultório e em domicilio):
Direciona a sua abordagem para a avaliação e
elaboração de planos de tratamento adequados
com o objetivo de recuperação, manutenção, e no
aumento das capacidades físicas do doente, bem
como a prevenção da incapacidade utilizando
modalidades educativas e terapêuticas específicas
Principais áreas de Intervenção:
Ortopedia / Traumatologia
Cardio-Respiratória
Geriatria
Neurologia
Pediatria
Novidades na SINAPSE: Integração Sensorial
Intervenção em Integração Sensorial:
A integração sensorial é a capacidade da criança sentir, compreender e organizar a informação sensorial a partir do seu corpo e no seu ambiente. Quando as sensações fluem de forma organizada e integrada, o cérebro pode usar essas sensações para formar perceções, comportamentos e aprender. Quando esta fluência é desorganizada, a vida pode ser como o tráfico em hora de ponta (J.Ayres).
Existem alguns comportamentos que podem indicar uma Disfunção da Integração Sensorial são eles: - Dificuldade em manter a atenção em sala de aula ou brincadeiras mais complexas; - comportamento hiperactivo; - Sentido táctil mal desenvolvido, aversão ao toque, não gosta de se sujar; - Dificuldade em se alimentar, não aceita alimentos com texturas diferentes; - Oscilação de humor de forma que chama a atenção; - Dificuldade em graduar a força; - Problemas de linguagem (fala, leitura e escrita; - Evita ambiente com muitas pessoas e ambientes barulhentos;
- Entre outros.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
1as Jornadas de Terapia Ocupacional do Hospital de Magalhães Lemos EPE (HML-EPE)
“ Terapia Ocupacional… de Corpo Inteiro”
Local: Auditório do HML-EPE
31 de Maio de 2012
Mais informações através do email:
terapeutasocupacionais@hmlemos.min-saude.pt
PARTICIPE!!
Comemorações do Mês de Maio
1-Dia Internacional do Trabalhador
3-Dia Mundial da Liberdade de Imprensa
6- Dia da Mãe e Dia Mundial da Asma
9- Dia da Europa
12- Dia Mundial do Enfermeiro
15- Dia Europeu do Melanoma; Dia Internacional das Famílias; Dia da Latinidade
17- Dia Internacional das Comunicações
18- Dia Internacional dos Museus
20- Dia da Marinha
22- Dia Internacional da Diversidade Biológica
26- Dia Nacional do Bombeiro
27- Dia Mundial das Comunicações Sociais
29- Dia Mundial da Energia
30- Dia Nacional de Prevenção do Cancro Cutâneo
31- Dia Mundial Sem Tabaco
Newsletter de Maio
No Mês de Maio destacamos a ORIENTAÇÃO VOCACIONAL
Ao longo do ciclo vital existem momentos de tomada de decisão que determinam a construção do nosso projeto enquanto pessoas. A escolha da profissão é com certeza uma das mais importantes decisões que tomamos e com consequências claras no percurso da nossa vida.
Atualmente os alunos do 9º ano de escolaridade têm que decidir qual a área predominante de estudos a prosseguir, vendo-se de novo confrontados no 12º ano de escolaridade com a necessidade de escolher um curso e um rumo profissional. Chegada a hora de fazer uma escolha em relação à futura profissão é fundamental estar consciente de todos os fatores que devem pesar nessa decisão e do caminho a percorrer até à integração no mercado de trabalho.
Quando os jovens têm dúvidas e inseguranças relativamente às escolhas que têm de fazer, é uma mais valia recorrer ao psicólogo, no sentido de realizar um processo de orientação vocacional e profissional, que contribua para a construção de um projeto escolar/académico e profissional sólido. A melhor forma de construir este projeto é a utilização de um modelo de descoberta, em que o jovem tenha uma participação ativa, ainda que orientado pela ajuda especializada de um psicólogo. Este último, ao longo do processo de orientação vocacional e profissional deve potenciar a autonomia e a tomada de decisão informada, proporcionando ao jovem conhecimento acerca de si próprio, bem como dos fatores exteriores que condicionam ou podem condicionar as suas escolhas. Neste sentido, as entrevistas e as provas de avaliação utilizadas permitem que o jovem tome maior consciência dos seus interesses e valores profissionais, das suas características de personalidade, assim como das suas aptidões. Ao mesmo tempo, deve verificar-se uma recolha de informação escolar, profissional e do mundo do trabalho, que seja considerada relevante.
É da convergência de todos estes saberes explorados, (re) conhecidos e descobertos, bem como da interação entre o jovem e o psicólogo, que se pretende que surja a clarividência que deve estar presente numa decisão que se reveste de especial importância para a definição de um projeto de vida, tal como é a opção de um determinado percurso escolar e a escolha de uma profissão.
NEWSLETTER DE MAIO
Editorial: A importância da escolha…
Ao longo da nossa vida somos “assombrados” e confrontados com todo o tipo de escolhas sobre grupos que vamos integrar, que profissão vamos ter, com quem vamos partilhar a vida, ou não, o local onde vamos morar e se mudamos de emprego. Isto só para falar de algumas das decisões de maior peso na nossa vida, uma vez que no nosso dia a dia temos que fazer constantemente pequenas escolhas, como por exemplo: o que vamos vestir, que percurso vamos seguir para o trabalho, o que vou almoçar… No meio desta azáfama será que alguma vez nos questionamos sobre o que realmente queremos e porque fazemos “aquela” escolha e não outra qualquer, será por pressão social? Pressão familiar? Necessidade de sermos aceites? De atingirmos a perfeição? A busca da felicidade? Será que neste mundo frenético em que o tempo é nosso inimigo fazemos as escolhas certas para nós ou somos empurrados para elas? Seja por que motivo for a escolha acarreta quase sempre angústia, pois esta implica uma perda e um ganho, implica uma mudança na nossa vida, o estar perante algo que desconhecemos e isso por vezes é assustador mas também desafiante!
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